Léo Jaime: Ícone do Pop/Rock Nacional dos Anos 80 e 90


Leonardo Jaime, conhecido artisticamente como Leo Jaime, nasceu em Goiânia - Goiás, em 23 de abril de 1960. Ainda na infância, mudou-se com a família para São Paulo, onde iniciou seus estudos em música e teatro. Durante sua adolescência, participou da montagem de "Os Saltimbancos", de Chico Buarque, experiência que o levou a viajar por diversas cidades do Brasil.

No início dos anos 1980, Leo integrou a formação original do grupo carioca de rockabilly João Penca e Seus Miquinhos Amestrados. Paralelamente, contribuiu para o álbum "Cantando no Banheiro" de Eduardo Dussek, participando da faixa "Rock da Cachorra". Em 1983, decidiu seguir carreira solo, lançando seu primeiro álbum, "Phodas 'C'", no ano seguinte.

LP Léo Jaime: Proibido para menores de 18 anos.

O sucesso veio em 1985 com o álbum "Sessão da Tarde", que vendeu mais de 160 mil cópias e trouxe hits como "A Fórmula do Amor", "Só", "O Pobre", "Amor Colegial" e "Solange", uma versão em português de "So Lonely", da banda The Police. Ao longo de sua carreira musical, Leo lançou outros álbuns notáveis, incluindo "Vida Difícil" (1986), "Direto do Meu Coração pro Seu" (1988), "Avenida das Desilusões" (1989), "Sexo, Drops e Rock'n Roll" (1990), "Todo Amor" (1995) e "Interlúdio" (2008).

Além da música, Leo Jaime construiu uma sólida carreira como ator. Em 1985, estreou no cinema com "As Sete Vampiras", seguido por "Rock Estrela" (1985), "Rádio Pirata" (1987) e "O Escorpião Escarlate" (1990). Na televisão, destacou-se como Zezinho na novela "Bebê a Bordo" (1988) e interpretou Dom João VI na novela "Novo Mundo" (2017). No teatro, atuou em musicais como "Vitor ou Vitória", ao lado de Marília Pêra, e "Era no Tempo do Rei", baseado na obra de Ruy Castro. 

Léo Jaime atuando ao lado da atriz Isabela Garcia, na Novela: Bebê a Bordo, 1988.

Léo também se aventurou como escritor e jornalista, contribuindo com crônicas para jornais como O Globo e O Dia, além de revistas como Desfile e Capricho. Em 2014, lançou o livro "Cabeça de Homem", explorando reflexões sobre o universo masculino. Entre as curiosidades de sua carreira, destaca-se o fato de Leo ter indicado Cazuza para ser vocalista do Barão Vermelho, recusando ele próprio o posto. Além disso, emprestou sua voz ao personagem "Raiva" na animação da Disney "Divertida Mente" (2015).

Coletânea Brilhantes, lançada nos anos 90 pela Sony Music.


Atualmente, Leo Jaime continua ativo na cena artística brasileira, participando de programas de televisão, rádio e realizando shows. Em 2018, venceu o quadro "Dança dos Famosos" do programa Domingão do Faustão, demonstrando sua versatilidade como artista. 

LP Sessão da Tarde, lançado em 1985, o primeiro da carreira.

Com uma carreira multifacetada que abrange música, atuação e literatura, Leo Jaime permanece como uma figura influente e querida no cenário cultural brasileiro.

Curiosidades sobre Léo Jaime:

Início no Rock – Léo Jaime começou sua carreira no cenário do rock brasileiro dos anos 80. Ele fez parte da banda *João Penca e Seus Miquinhos Amestrados*, um grupo irreverente e cômico.

Músicas Famosas – Sucessos como "As Sete Vampiras", "Rock Estrela", "A Vida Não Presta", e "Sônia" marcaram sua trajetória na música.

Atuação no Cinema e TV – Além de cantor, Léo Jaime também trabalhou como ator e roteirista. Ele atuou em filmes como Rock Estrela (1986) e fez diversas participações em novelas e programas de TV.

Participação no "Dança dos Famosos" – Em 2018, ele surpreendeu o público ao vencer a competição do quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão.

Compositor de Grandes Hits – Ele escreveu músicas para outros artistas, como "Mensagem de Amor", gravada pela banda Blitz.

Humor e Personalidade Cativante – Sempre bem-humorado, Léo Jaime também se destacou como comentarista e apresentador, participando de programas como Amor & Sexo, da TV Globo.

Mudança de Estilo de Vida – Nos últimos anos, Léo Jaime passou por uma transformação física e adotou hábitos mais saudáveis, tornando-se um exemplo de superação e disciplina.

Sucessos mais lembrados

"Conquistador Barato" (1985) – Outro clássico do seu repertório;

"A Fórmula do Amor" (1985) – Uma das suas músicas mais icônicas;

"Sônia" (1986) – Muito popular na época. "Gatinha Manhosa" (1986) – Releitura de Erasmo Carlos, fez muito sucesso. "Conquistador Barato" (1985) – Outro clássico do seu repertório. "A Vida Não Presta" (1989) – Canção bem conhecida dos anos 80. "O Pobre" (1986) – Música divertida e marcante. "Preciso Dizer Que Te Amo" – Música composta em parceria com Cazuza e Bebel Gilberto.



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